Leituras que me acham
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Leituras que me acham

Lia AndradeLia Andrade · 0 likes
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Leituras que me acham

Lia Andrade
@liaonloop
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Minha pastinha de textos que sempre acabam abrindo mil abas na cabeça (e no navegador). Tudo orbitando São Paulo, juventude, barulho de cidade, funk, rap, rolezinho, parque, muro, shopping. Não é lista pra “citar bonito na prova” só – é coisa que ajuda a entender o rolê real da rua, do busão, do fone no último volume. Bem esquema “funciona ou não funciona?” pra quem vive correndo entre aula, estágio e último metrô.

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Leituras que me acham — 8 items
NameAutor(es)AnoTipoTemaMeu take
1Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São PauloTeresa Pires do Rio Caldeira2000Livro de antropologia urbanaViolência, medo, muros e segregação em São PauloTextão denso, mas muda o jeito que a gente enxerga condomínio, shopping, grade, tudo. Não é leitura rápida de ônibus, é mais pra sentar num café e ir sublinhando horrores.
2Os “rolezinhos” nos centros comerciais de São Paulo: juventude, medo e preconceitoArtigo em revista latino-americana de ciências sociais2016Artigo científicoRolezinhos, funk, shopping, juventude periféricaSe você só viu rolezinho por manchete sensacionalista, esse artigo é tipo limpar a lente: mostra o medo da galera de cima e a vontade de ocupar dos de baixo.
3Os rolezinhos e as metamorfoses do urbano no Brasil contemporâneoPesquisadores em Anuário Antropológico2015Artigo antropológicoRolezinhos como jeito novo de viver a cidadeComplementa o de cima, mas mais viajandão teórico. Bom pra quem curte ver como um rolê no shopping vira discussão sobre que cidade é essa, afinal.
4A paisagem sonora do Jardim Botânico da cidade de São PauloPesquisadores da USP2023Artigo em revista Paisagem e AmbientePaisagem sonora, natureza e cidadePerfeito pra quem vive de fone e esquece que São Paulo tem passarinho também. Dá vontade de visitar o Jardim Botânico só pra fazer seu próprio mini-mapa sonoro.
5Trajetórias históricas da paisagem sonora em parques urbanos: comparação entre São Paulo e PortoPesquisadores de arquitetura e urbanismo2024Artigo em periódico de arquiteturaHistória dos sons em parques urbanosÉ meio nerd de som, mas no bom sentido. Ajuda a sacar porque Ibirapuera hoje soa de um jeito e podia soar totalmente diferente décadas atrás.
6Making Territorial Claims: Brazilian Hip Hop and the Socio-Geographical Dynamics of PeriferiaDerek Pardue2010Artigo em revista internacionalHip hop paulistano, território e periferiaInglês, mas vale o esforço. Mostra o rap de São Paulo como mapa vivo da cidade, não só trilha sonora. Bom pra quem gosta de Racionais e cia e quer ir além da letra.
7O bairro da Luz em São Paulo: questões antropológicas sobre o fenômeno da gentrificationHeitor Frúgoli Jr. e Jessica Sklair2009Artigo antropológicoGentrificação, centro, Luz e Nova LuzÉ aquele texto que você lê e depois nunca mais passa pela região da Luz do mesmo jeito. Ótimo pra entender essa coisa de “revitalizar” sem expulsar geral (ou não).
8Juventude e segregação urbana na cidade de São Paulo: os números da vulnerabilidade juvenil e a percepção musical dos rappersPesquisador em revista Ponto Urbe2005Artigo sociológicoJuventude, rap e vulnerabilidade urbanaJunta dado duro (índice, mapa, número) com o que os rappers estão cantando. Pra trabalhos de faculdade, é tipo coringa: fala de cidade, de jovem e de som ao mesmo tempo.